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Bem-Vindo!

Ao site do Lokaos Rock Show.


ROCK DE VERDADE, COMO DEVE SER MOSTRADO!

Colaremos:

Confira nossa página no site da MIX TV!

Clipe da Semana

HELLFEST 2012

Curta!

Conheça

Manifesto Bar

PRODUÇÃO

03/05/2012 01:26

Lokaos entrevista Scott Ian do Anthrax

Author: lokaos

Dani Buarque entrevistou o lendário guitarrista Scott Ian da banda Anthrax para o Lokaos Rock Show , ele fala sobre Metal Open Air, Heavy Metal, Andreas Kisser, o sucesso do novo disco e ainda participa de um pequeno “joguinho” de escolhas no final.

Gravação e edição: Alexandre Ferreira Lima – http://www.facebook.com/alexandreflima

Agradecimentos:

Maurício e loja Reference – http://www.reference.com.br/

Damaris Hoffman e Top Link – http://www.toplinkmusic.com/

08/05/2012 00:19

Lokaos Lançamentos – 06/05/12

Author: lokaos

Nesta edição do Lokaos Lançamentos, Bento Mello e Carlão comentam:
Trixter
Crazy Lixx
Joe Bonamassa
Hogjaw
Running Wild
E na sessão Nostalgia: Survivor

Fique por dentro do que está rolando!

Gravação e Edição: Alexandre Ferreira Lima http://www.facebook.com/alexandreflima

15/05/2012 01:43

Lokaos Rock Independente – Rygel

Author: lokaos

O Lokaos conversou com a banda de metal de Santos, Rygel! Confira:

Clipe oficial de “Just One”

Gravação e edição: Alexandre Ferreira Lima – http://www.facebook.com/alexandreflima

18/05/2012 18:58

Bozo Vox: ‘Não sou bilionário’

Author: NachoBelgrande

O frontman do U2, BONO VOX, rechaçou as notícias que dão conta de que ele se tornaria o músico mais rico do mundo hoje [18 de maio], superando Paul McCartney.

Pensava-se que quando o Facebook entrasse para o mercado de ações hoje, todos seus investidores iniciais fariam enormes montantes de dinheiro, incluindo o crooner do U2, que tem 2.3 por cento das ações da rede social através de sua empresa Elevation Partners, ações essas compradas por 180 milhões de Reais em 2009.

Entretanto, Bono negou que sua cota agora valha mais de 3 bilhões de reais, deixando ele bem acima de Paul McCartney no ranking financeiro, atualmente o músico mais rico do mundo com um patrimônio de quase 2 bilhões de reais. Falando com o site/canal MSNBC, Bono disse:

“Ao contrário do que dizem, eu não sou um bilionário, nem serei mais rico do que qualquer Beatle – e não só no sentido financeiro, e a propósito, os Beatles são intocáveis – aquelas notícias de bilionário são uma piada.”

18:34

Винс Нейл из Motley Crue

Author: NachoBelgrande

Para celebrar o verão de ‘Rock of Ages’ o DEF LEPPARD gravou versões novas para ‘Pour Some Sugar On Me’ e ‘Rock of Ages’.

As faixas estarão disponíveis através do iTunes, Amazon.com e todos os outros grandes varejistas online a partir do dia 4 de junho.

O Def Leppard nomeou sua turnê pelo verão estadunidense de ‘Rock Of Ages’, inspirados no sucesso de 1983 do disco ‘Pyromania’, e também no vindouro filme [baseado no musical da Broadway] estrelado por Tom Cruise, Catherine Zeta-Jones, Russel Brand e Julianne Hough.

A turnê, que também conta com o Poison e Lita Ford, começa no dia 20 de junho em Salt Lake City.

A trilha sonora do filme será lançada no dia 5 de junho – dez dias antes de a produção chegar aos cinemas. “Rock Of Ages: Original Motion Picture Soundtrack” tem versões gravadas pro Cruise para “Pour Some Sugar On Me” e “Paradise City” do Guns N’ Roses.

No dia 19 de Junho, uma joint venture entre a Deadline Music e a Cleopatra Records irá lançar uma edição especial de três discos do Lynch Mob, chamada “REvolution”. O set traz o disco de estúdio ‘REvolution’ na íntegra, com versões assassinas de clássicos do DOKKEN e do LYNCH MOB, como ‘Tooth and Nail’, ‘Breaking The Chains’, ‘Wicked Sensation’ e mais. Também há apresentações ao vivo filmadas profissionalmente durante a turnê ‘REvolution’ de 2005, mixadas em som Surround 5.1.

Confira a track list de ‘REvolution: Deluxe Collection’:

Disco 1: REvolution

01. Tooth And Nail
02. Tangled In The Web
03. All I Want
04. Kiss Of Death
05. She’s Evil But She’s Mine
06. Relax
07. Cold Is The Heart
08. Breaking The Chains
09. When Darkness Calls
10. River Of Love
11. Wicked Sensation
12. Paris Is Burning
13. The Secret

Disco 2: REvolution Live! CD

01. Intro
02. Paris Is Burning
03. Dance Of The Dogs
04. Tangled In The Web
05. All I Want
06. Kiss Of Death
07. She’s Evil But She’s Mine
08. Cold Is The Heart
09. When Darkness Calls
10. River Of Love
11. Rain
12. Hell Child
13. Breaking The Chains
14. Wicked Sensation
15. Tooth And Nail

Disco 3: REvolution Live! DVD

01. Paris Is Burning
02. Dance Of The Dogs
03. Tangled In The Web
04. All I Want
05. Kiss Of Death
06. She’s Evil But She’s Mine
07. Cold Is The Heart
08. When Darkness Calls
09. River Of Love
10. Hell Child
11. Breaking The Chains
12. Wicked Sensation
13. Tooth And Nail
14. Rain [faixa bônus]

O ex-vocalista do GIRL e atual L.A. GUNS, PHIL LEWIS foi entrevistado pela revista canadense Brave Words, Bloody Knuckles, ocasião à qual ele comentou o porquê da banda ter recusado a abertura do casting da turnê conjunta do POISON com o DEF LEPPARD nesse verão estadunidense. Phil também teceu comentários sobre outras bandas de seu gênero. Confira alguns trechos traduzidos:

Por Mitch LaFon

Traduzido por Nacho Belgrande

O L.A. Guns teve mais membros do que pessoas que imigraram pros EUA entre 1975 e 2012, mas uma coisa permanece verdadeira – PHIL LEWIS é a voz da banda. Não importa muito quem seja o guitarrista desde que Phil esteja cantando. Felizmente, a versão de Lewis da banda com o guitarrista Stacey Blades e o baterista Steve Riley vingou e acaba de gravar um brilhante disco novo, ‘Hollywood Forever’. Lewis sentou-se com a BraveWords.com para discutir todas as coisas L.A. Guns.

BraveWords: Da última vez que falamos, você disse que não havia propósito em gravar discos novos e aqui está ‘Hollywood Forever’. O que mudou?

Phil Lewis: Eu mantive minha palavra. Nós não fizemos um Ep de quatro faixas pro iTunes e daí mais quatro faixas. Eu disse naquele tempo que se não pudermos fazer um álbum propriamente dito, então não há porque fazê-lo. Essencialmente, eles queriam controlar a banda. Brian [proprietário da gravadora Cleopatra] queria nos empresariar. Ele está totalmente comprometido com essa banda e esse novo disco. Temos um editor e já fizemos três vídeos. É assim que se deve fazer. É como fazíamos. Estou muito feliz com isso.

BW: A turnê ‘Hollywood Forever’ será parte de um elenco maior ou vocês vão se bancar sozinhos?

PL: Eles estavam falando de nos colocarem no pacote do Poison com o Def Leppard, mas eu não quero mesmo fazer isso. Eu não sou fã de rock de arena e preferiria que tocássemos sozinhos. Vamos tocar shows muito mais longos com muito mais coisa do novo disco.

BW: Mas na turnê com o Def Leppard, você poderia fazer uma jam com Phil Collen em algumas faixas do GIRL…

PL: Talvez, se nos deixassem no palco por mais de quatorze minutos. Tocaríamos na maioria das vezes para lugares ainda vazios, para pessoas que conhecem ‘Ballad of Jayne’ e talvez ‘Sex Action’. Elas não tão nem aí pro novo disco do L.A. Guns, então é muito melhor que o saiamos por aí sozinhos. Vai ser mais ralação, mas ainda temos alguns bons anos dentro de nós.

Respondendo a comentários sobre essa entrevista nas redes sociais, Phil foi solícito o bastante para aprofundar-se nos temas abordados pela publicação canadense com o seguinte post:
“Eu não curto rock de arena tipo o do Mötley Crüe com baterias que explodem e anões, acho um saco, e a dança dos músculos de Bret [Michaels] é um constrangimento, o Def Lep fazendo as mesmas poses e agindo burocraticamente toda noite é patético. No geral, eu não tolero esses cabeças de bagre que vão pra esses ‘shows’ do Motley Crue, mano!!! Beleza, os fãs tão pouco se fudendo pra música, eles querem tomar todas e ouvir aos sucessos da banda, e as bandas não se importam, elas só querem o dinheiro absurdamente fácil que elas geralmente recebem e sumirem do lugar o quanto antes. Quando foi que alguma dessas bandas fez um ‘meet and greet’ grátis depois do show???

Meus sentimentos em relação à música e às pessoas que vem nos ver são muito mais sinceros e eu estou preparado para continuar a trilhar o caminho mais difícil e não tocar um set de cinco músicas enquanto as pessoas estão se trombando na casa gritando ao pedir ‘The Ballad of Jayne’. Eu acho que a Lita Ford foi uma excelente escolha e eu desejo o melhor pra ela e todas as bandas, bem, eu estou deleitado por não estarmos nessa, mas estamos muito ocupados fazendo nossos próprios shows pro resto do ano.

Phil Lewis “

17/05/2012 19:08

Slash: Assista aos vídeos das ‘Soundcheck Sessions’

Author: NachoBelgrande

Promovendo seu recém-lançado álbum ‘Apocalyptic Love’, SLASH participou das sessões do ‘Soundcheck’, divisão da rede de supermercados WALMART que promove artistas e lançamentos musicais com apresentações ao vivo, intercaladas com entrevistas.

Assista a um trecho de Slash –com Myles Kennedy nos vocais- mandando ‘Ghost’, oriunda do primeiro disco de sua atual banda, além de ‘Back From Cali’, ‘Starlight’, ‘You’re a Lie’ e uma antiga, ‘Mean Bone’, ainda dos tempos do Slash’s Snakepit:

O frontman do U2, BONO VOX, deve tornar-se o homem mais rico do rock quando as ações do FACEBOOK entrarem à venda no mercado aberto nessa sexta-feira.

Sua empresa, a Elevation Partners, comprou 2,3% da mídia social em 2009 por 90 milhões de dólares, e esse investimento terá retornado em mais de 1.5 bilhões de dólares ao fim dessa semana.

Isso tornará o cantor e ativista anti-pobreza muito mais rico do que o ex-Beatle Paul McCartney, que está no topo da lista há anos e atualmente tem 2 bilhões de reais.

ZAKK WYLDE sempre tem o que dizer. Em uma entrevista recente com o jornalista John Parks do site Legendary Rock Interviews, Zakk fala sobre tudo desde seus anos com Ozzy até sua batalha com o álcool e sua família.

Em seu recente livro, ‘Bringing Metal to the Children’, ele dispara sobre o que ele chama de ‘a estupidez generalizada da indústria musical, a insanidade de tudo isso. ’

O que segue abaixo é uma compilação de trechos traduzidos da entrevista:

LRI: O que lhe levou a escrever todas essas histórias e deixar o mundo boquiaberto?

Zakk: Simplesmente a estupidez generalizada da indústria musical, a insanidade de tudo isso. A leitura é direta como eu estou falando com você, John, como se estivéssemos jogando conversa for a, como velhos amigos que se conhecem há dez anos e passamos por toda essa merda. Eu digo logo na introdução que eu gostaria de agradecer a Deus, Jesus Cristo por me dar essa vida e criar esse elenco de tipos com os quais a vida me abençoou. Sério, na real, meus amigos, as pessoas na minha carreira, você não teria como INVENTAR essas pessoas, é mais ridículo do que ‘Seinfeld’. Meus amigos me dizem ‘Zakk, essas são histórias que aconteceram mesmo e você está aumentando e detalhando os eventos’, e eu respondo ‘Sim, eu sei!!’ [risos]. Eu gostaria de TER inventado algumas dessas coisas. Às vezes eu fico bobo com as coisas que meus amigos me contam, tipo ‘e daí você lembra daquela vez que a gente estava no rolê e tinha aquela puta de rua’, e eu digo, ‘Huh? O que? Você está me zoando’, e eles respondem, ‘Não, cara, isso aconteceu mesmo numa noite quando estávamos todos bebendo naquele pub irlandês em Jérsei. ’ Foi depois da troca de algumas centenas de ‘Não, eu não estou brincando’ que eu decidi que tínhamos que escrever tudo em um livro. Isso é realmente a verdade e todo mundo com quem eu falo, seja meu cunhado ou meu empresário, qualquer pessoa, todos eles sabem dessas histórias e a maioria delas é de assustar. Eu digo no livro que uma coisa na indústria musical é que não há regras. Não é como o futebol ou algo onde há objetivos e regras. Não há regras. Não há regras no ramo do entretenimento. Sempre foi assim, desde Peter Grant com o Led Zeppelin. Eles diziam pra ele que ficariam com 90 centavos de cada dólar e ele receberia 10 centavos e ele mandava, ‘Não, quer saber, é o contrário, NÓS ficamos com 90 centavos e você recebe 10.’ Disseram que ele estava quebrando as regras e que havia dez outras bandas e ele disse que os promotores poderiam ficar com aquelas dez outras bandas cu d’água porque ele tinha UM Led Zeppelin. Ele dizia, ‘Vocês ganharão mais dinheiro com dez centavos a cada dólar de nosso show do que com todas essas outras bandas de merda juntas’. Esse negócio faz as regras enquanto o jogo rola e as pessoas como ele podem e MUDAM as regras ou as criam no meio. É um mundo louco e imprevisível.

LRI: Eu acreditava piamente que Ozzy era um mago sombrio que cuspia fogo e fui aos bastidores e encontrei um cavalheiro se exercitando de roupão com uma equipe de assistentes.

Zakk: Sim, eu sei. Vamos colocar dessa maneira, é como um show de mágica. Você chega até o outro lado e você começa a descobrir como os truques acontecem, você aprende com as pessoas são serradas ao meio. O que digo é, não me entenda mal, existem as histórias naipe Calígula do Led Zeppelin, eu já testemunhei várias. È tudo muito comum, apesar disso, você e eu poderíamos sair à caça de devassidão e facilmente encontrar tudo isso e muito mais na cidade onde todo mundo fica chapado e a palhaçada começa a rolar. Se você quiser se colocar nessa posição, isso inevitavelmente vai acontecer, mas na maioria das vezes é apenas uma noite leve, ir ao cinema. Isso rola nas turnês também, algumas vezes é insanidade, algumas vezes você fuma um charuto e toma uma e vai pro ônibus e apaga, entende? Depende completamente do que você está procurando e esse livro reflete isso. Se você quiser a insanidade, você pode encontra-la [risos] ou você pode ir atrás dos jogos de tabuleiro, bingo e maratonas de Seinfeld [risos]. É muito engraçado o quão diferente a realidade pode ser daquela percepção que você tem aos 15 anos de idade.


LRI: É legal que você juntou todo mundo na sua vida nessas histórias, mesmo sua família. Houve alguma preocupação que você pudesse ser franco demais?

Zakk: Não, porque antes de mais nada é tudo comédia e zoação com nós mesmos. Como quando eu leio aqueles lances no [site] Blabbermouth, que me mata de rir porque eu de fato conheço metade das pessoas que comentam lá. E as pessoas perguntam, ‘Zakk, isso não te incomoda??’ e eu, ‘Não, porque eu sei que são o Joe e o John escrevendo essas coisas e é Andy escrevendo aquilo… isso é o de menos, você tem que ver o que eles dizem mesmo quando estão putos!!!!’ [risos]. Meus colegas de banda no Black Label são simplesmente impiedosos. Todo mundo zoa todo mundo o tempo todo, mas é tudo farra, ninguém causa porque está todo mundo sempre rindo. Cara, imagine zoação pesada comigo, aquela fritada em cima de mim, o Zakk Wylde Roast, eles me zoaram pesado com o lance da cachaça e tud0o mais. Eu conheço muitos caras que diriam, ‘OK, podem rir do que quiserem, mas não falem nada sobre as drogas e isso ou aquilo e bla bla bla’ e é sempre tipo, ‘Bem, por que não, não é essa a graça?’ e as pessoas dizem, ‘Bem, apenas seja legal, ele é muito sensível com isso e aquilo’ e mais uma vez é tipo.. ’POR QUE?… É verdade, é engraçado e aconteceu”. Na minha banda, estamos sempre esculachando um ao outro e rindo pra cacete. Nesse ramo, isso é obrigatório. Eu conheço caras nesse ramo que NÂO AUTOGRAFAM fotos deles mesmos que foram tiradas durante a fase ‘hair metal’ deles e isso me mata de rir [risos]. Você tá brincando comigo? Aconteceu, você devia então relaxar e aceitar isso como parte de seu passado ou PELO MENOS rir disso. Falando sério, se você não consegue rir de suas fotos do colegial, então há algo de errado. O que seja. É como Ozzy olhando pras coisas dele nos anos 70 com as jaquetas e as boca-de-sino, ele odeia, mas ele pelo menos ri de si próprio. Ele diz, ‘Meu deus, como eu estou ridículo’ e eu, eu amo os anos setenta, então pessoalmente acho tudo aquilo legal pra caralho. Eu fico dizendo pra ele, ‘Ozzy, você está do caralho’. E ele responde, ‘eu pareço um cu de burro, tira isso de perto de mim’ [risos]. Você tem que ter senso de humor a seu próprio respeito nesse tipo de trabalho e poder ser rechaçado com um sorriso na cara. [...]