Kiss: Paul Stanley Defende os Exageros de Merchandise da Banda
O KISS sempre foi famoso por sua abordagem sagaz para com o merchandise da banda, cujo maior exemplo é o caixão do grupo, um caixão funerário de verdade decorado com o logo da banda e outras gravuras com os mesmo motivos [agora temos até uma urna crematória da banda]. Então, com todos esses itens do Kiss, o guitarrista Paul Stanley se preocupa que o nome KISS esteja estampado em muita coisa?
Nunca.
‘É um erro interpretar dessa maneira, por causa do volume de coisas que temos, que o Kiss seja apenas um baita armazém de tralhas sem valor comercial, ’, Stanley disse ao site Spinner. “A verdade quanto a isso é que temos orgulho de tudo que fazemos. No fim das contas, essa é uma banda de rock, mas nós não colocamos nosso nome em nada em que não acreditemos, ou em que os fãs não acreditem.”
“As pessoas às vezes dizem, por que vocês lançam coisas como sacos de dormir do Kiss? Porque um fã pediu isso. Nós não somos grandes mestres do merchandise – somos grandes ouvintes. Nós damos aos fãs os que eles querem. Se isso é um crime, estou pronto para meu julgamento.”
Quanto ao que faz com o que a marca Kiss tenha durado tanto tempo quanto dura, Stanley discorre sobre sua teoria.
“O Kiss é uma verdade atemporal,” ele diz. “Era verdade 100 anos atrás e será verdade daqui a 100 anos. Tudo gira em torno de fortalecer-se, sobre acreditar em você mesmo e acreditar que a única coisa entre você e seus sonhos é trabalho duro. Nós acreditamos que uma rigorosa ética de trabalho irá por dizer levar você a qualquer lugar que você queira ir.”
“O Kiss irá sobreviver, com certeza. O que fizemos foi criar uma maneira de pensar, um ideal que esperamos que transcenda a mim e aos outros caras na banda porque a idéia é maior do que qualquer homem.”
Fonte: site Spinner






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